Calças
e bermudas largas com cordas amarradas
na cintura, blazeres de linho com
abotoamento duplo ou simples, camisas
extrafinas (às vezes até
transparentes) e uma constante imagem
de despojamento, não carecem
de apelo comercial. Porém,
não agregam nada de novo.
O mesmo acontece
na Gucci,
onde Frida Giannini fez a acertada
escolha de falar menos de sua paixão
rocker e mais de alguns códigos
elementares da grife. Assim, olha
para um homem dos finais dos anos
1960, aposta numa sensualidade nonchalance,
onde camisas abertas ou blusas de
seda com golas amplas revelam parte
do torso, muitas vezes decorados
com lenços coloridos, numa
coleção extremamente
sofisticada, ainda que nada revolucionária
na passarela. |