| Começa
a temporada de desfiles de verão
2011 em Nova York, o olhar volta
às passarelas.
Como de hábito,
todo o mundo prestando atenção
em Marc Jacobs, que brinca de anos
70, era Disco, Jodie Foster em “Taxi
Driver” (amo, amo, amo), mas
também de zigue-zague tipo
Missoni e com um perfume do glamour
Diane Von Furstenberg.
Vi o desfile no
vídeo do site do estilista.
Quase me comoveu a mensagem “obrigado
por assistir”, ele agradece.
Me lembrei de tempos velhos, das
coisas horríveis que já
tivemos que fazer para conseguir
entrar na sala de desfiles dele
em Nova York, ainda naqueles idos
em que ser crítico de moda
brasileiro significava pertencer
à escória do jornalismo
fashion global. Tínhamos
(eu tinha) verdadeiros pesadelos
com a KCD, responsável pelo
sitting e pelo PR da marca. Agora,
corre por aí que a KCD vai
abrir uma filial ou algo parecido
no Brasil. Bem…
O que achei da
coleção? Não
é a mais brilhante nem mais
inesperada ou surpreendente, mas
parece adequada aos dias de hoje.
É vendedora e tem cores que
seduzem, que fazem as mulheres quererem
consumir. E deverá ser, como
sempre, copiada a torto, a direito
e à esquerda. Ah, achei a
música linda, o “verão”
das Quatro Estações
de Vivaldi. E o formato “arredondado”
que já havia usado ficou
bonito, apesar de deixar as modelos
com aquela cara de desespero sem
saber fazer a curva (o que no vídeo
fica engraçado).
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